
A moldura desses quadros é a rima despreocupada, a liguagem coloquial e o humor presente na obra. As figuras que se apresentam neles evocam um país cheio de ideais sublimes, mas com estradas enlameadas, uma Deusa bêbada, uma Imperador de sonho, tiranos e censores - tudo isso lançado no cotidiano por um gélido vento de inverno.
Em alguns momentos, o leitor terá a impressão de estar diante de uma espécie de ensaísmo humorístico metrificado, em outros, ele poderá pensar que lê algo como um poema de cordel filosófico.
O lançamento da obra acontece neste sábado, dia 15 de outubro, às 11h, no Café com Letras. A entrada é franca e o tradutor Romero Freitas estará presente para autografar e conversar com todos.

